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Nesta semana rede de drenagem deficiente contribuiu para causar mais alagamentos

Penha - A partir do dia 16 de abril, cerca de dois mil trabalhadores que moram em uma das 207 ruas atingidas por alagamentos dia 11 de janeiro podem solicitar o saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Neste domingo (1º/04) novos pontos de alagamentos foram registrados em diversos pontos da cidade. Ninguém foi desalojado.

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O cadastro para saque do FGTS para quem foi atingido em janeiro será realizado até dia 27 de abril, na Sociedade Amigos de Penha, das 9 às 15 horas, sem fechar para o almoço. O gerente da Caixa (CEF) em Penha, Alcides Boscato Filho, lembra que somente os trabalhadores que não realizaram saque decorrente de situação de emergência nos últimos 12 meses poderão sacar o seu FGTS.

Outra condição é de que o comprovante de residência deverá ter data de emissão ou de postagem entre 30 de setembro de 2017 a 11 de janeiro de 2018. Os documentos necessários para solicitação de saque são:

  • documento de identificação (ou de motorista);
  • número do CPF;
  • Carteira de Trabalho (original e com cópias das páginas de identificação do trabalhador, número do PIS, contratos de trabalho registrados e anotações gerais se houver);
  • Formulário de solicitação de saque do FGTS impresso e preenchido;
  • Comprovante de Residência em nome do trabalhador, pai, mãe ou conjugue – acompanhado da certidão de casamento

O Formulário de solicitação de saque do FGTS está disponível para impressão no site da prefeitura (acesse aqui). A CEF calcula que cerca de 2 mil pessoas terão seu FGTS liberado.

Fizemos o possível para incluir o máximo de casas e ruas que foram comprovadamente atingidas pela enchente em janeiro - garante Edpo - A Caixa faz uma fiscalização rigorosa dos dados, o que demanda tempo, mas garante a transparência e lisura no processo - completa.

Confira aqui a lista completa das ruas e casas confirmadas

Mais alagamentos

O mês começou com mais transtornos para quem mora em ruas sem urbanização ou com problemas na rede de drenagem. A cidade ainda não tem um plano de macrodrenagem e realiza ações pontuais para reparar estragos e amenizar o problema enquanto busca recursos para investimentos na área.

De acordo com a Defesa Civil, a região central e a comunidade de Olaria foram as mais afetadas pela chuva no domingo (1º). A Avenida Nereu Ramos ficou totalmente alagada no entroncamento com a Eugênio Krause. O mesmo se registrou na Rua José João Batista, em frente à Prefeitura. Na Praia Alegre, a rede de drenagem também não suportou o volume de água e diversas ruas ficaram intransitáveis.

Nas praias Vermelha e de São Miguel, onde a Defesa Civil monitora áreas em que ocorrem deslizamentos de terra, a situação se mantém estável:

Estivemos no local e verificamos que a fissura na encosta não aumentou. Desta vez não tivemos problemas nesses locais - revela o coordenador da Defesa Civil Édpo Cristiano Bento.

O município espera aprovar projetos de macrodrenagem e de recuperação de áreas degradadas para realizar obras de prevenção à novos alagamentos. Na comunidade de Olaria, ações devem ser executadas nos próximos dias  nas ruas Benjamin Flores, Etelvina Krisante e Pedro Ferreira.

Reparos na tubulação das ruas José João Batista, Avelino Ferreira, no centro, e Antônio José Valtrick, em Armação, também estão programados.

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