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Entidade comunitária apoia portadores e ex-portadores de câncer

Barra Velha - A Associação de Assistência ao Portador e Ex-portador de Câncer (AAPEC) anunciou a retomada neste ano da construção da Clínica Oncológica “Laurita Pedroso de Oliveira”. A entidade confirmou que dispõe de uma reserva inicial de recursos oriunda da venda de um veículo que foi doado por uma rede de lojas de departamentos, além de campanhas. 

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Para apoiar a iniciativa, basta procurar a entidade ou contribuir com campanha de troco solidário na loja Havan de Barra Velha. Também é possível doar por meio da conta de energia elétrica.

A doação de materiais de construção, como tijolos, louças de banheiro, móveis de cozinha, janela, portas, gesso cartonado para divisórias, também é importante. Para conhecer o trabalho, é só visitar o brechó ou a sede, em dias de semana, horário comercial, ou agendar pelos fones 3456 5396 (sede), 3456 3098 (brechó) e 98425 7211 (Loreti).

A intenção é retomar as obras do primeiro bloco do hospital, paralisadas por falta de recursos há pelo menos quatro anos. Esse primeiro bloco, de três partes, já está com estrutura levantada e piso. Ali funcionaria a sede da instituição e um espaço para eventos.

“Nós vamos destinar os recursos do veículo doado pela Havan, e também das campanhas de troco solidário repassadas pela Havan e pelos supermercados Provesi e Top”, anuncia Loreti da Silva, presidente da AAPEC.

Atualmente, a AAPEC garante assistência a 87 pacientes de câncer no município. O custeio dessas atividades sai basicamente do brechó da instituição, instalado na residência da família Pires, em frente ao porto da pesca artesanal, na Avenida Santa Catarina, além da venda de artesanato na sede da instituição, na Rua Bernardo Aguiar, esquina com a Lauro Ramos.

Apesar destes dois imóveis serem locados, Loreti destaca que tanto do brechó como da revenda de artesanato saem recursos básicos, que garantem o custeio de funcionários, aluguéis, manutenção das salas, despesas diversas, combustível para o veículo da entidade e medicamentos para pacientes carentes. Além dos medicamentos e atendimento de profissionais, a AAPEC oferece ainda apoio emocional para pacientes e familiares, com diversas atividades promovidas na sede da instituição, quimioterapia e transporte. O projeto da clínica, entretanto, é mais ousado, e carece de valores muito mais altos.

“Precisamos completar o bloco inicial, construir cozinha e banheiros, e assim sair do aluguel”, diz a presidente.

Nos outros dois blocos seriam sediados o hospital propriamente dito, com a clínica oncológica e as terapias diversificadas para os pacientes - muitas delas já oferecidas pela AAPEC.

“Nós temos pacientes com acompanhamento diário de profissionais ou transporte. Isso tudo é gratuito para eles, mas tem um custo para nós, que é expressivo”, observa Loreti.

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